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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Todos pela liberdade

 

Todos pela Liberdade é um blog criado por quem não tem mais nada que fazer que a busca por protagonismo. Uma espécie de Rogério Alves da internet, e vão fazer uma manifestação no dia 11 Fevereiro às 13h30. Dizem que “O primeiro-ministro de Portugal tem sérias dificuldades em lidar com a diferença de opinião.” Porque condiciona as entrevistas que lhe são feitas! Apresentem-me um chefe de estado que não coloque regras nas suas entrevistas e um mostro-lhes um político com os dias contados, no mundo em que vivemos a arte do improviso não pode ter lugar numa vida de um político profissional. Mas também falam de interferências nas equipas editoriais de alguns órgãos de comunicação social, interferências nunca provadas que muitas vezes não passam de especulação dos próprios órgãos de comunicação visados. No entanto a cereja no topo do bolo é recente publicação de despachos judiciais, proferidos no âmbito do processo Face Oculta. Ninguém estranha que os despachos sejam publicados no “SOL”, ninguém quer saber como é que o jornal teve acesso a essa informação nem tão pouco se é real (acho que deviam ver ou rever o filme Wag the Dog). Todas estas pessoas que se manifestam contra a falta de liberdade de expressão não estão preocupados com a invasão de privacidade que são as escutas, conversas privadas entre dois cidadãos, não param para pensar que certamente todos nós já falamos mal da Manuela Moura Guedes (ou também acham que o Miguel Sousa Tavares está ao serviço de José Sócrates), Mário Crespo, do Jornal da TVI etc., a grande diferença é que não fomos ouvidos.

Pior, estas pessoas tão dignas e conscientes dos direitos de expressão esquecem-se de que todos estes ataques ao Primeiro-Ministro têm um ponto comum, quem lançou a suspeita sobre a “asfixia democrática”, quem fez campanha neste tema e quem o alimentou com falsas suspeitas, onde foi publicado o artigo rejeitado de Mário Crespo e quem utiliza o parlamento europeu para fazer campanha nacional?

publicado por Bruno C. às 19:59
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21 comentários:
De jonasnuts a 10 de Fevereiro de 2010 às 09:46
Este post está em destaque na Homepage do SAPO.
De JG a 10 de Fevereiro de 2010 às 09:51
Manif pela “Liberdade?”



O que está a acontecer transcende a luta entre o Partido Socialista e as Oposições. É verdadeiramente inconcebível que um deputado português vá para o estrangeiro denegrir o país, dizendo que há em Portugal falta de liberdade de expressão. A leviandade demonstrada com isto é uma traição nacional. Quando ele tem uma divergência em familia vem para a rua pedir ajuda? Se calhar vêm e então aí enganamo-nos a mandar lá para fora um mau caracter como este.



Lembro que estas manifestações silenciosas, como a que está programada, são iguais àquelas dos tachos das tias que levaram Pinochet ao poder. São das coisas mais perigosas em Democracia, bebem no mais serôdio dos populismo e são comandadas pelo ódio a coberto da Liberdade e esta, vêm num dos momentos mais graves da vida nacional depois de Abril, motivada pela crise internacional mais séria que passei em vida. Só o sectarismo e o combate por mais uns votos, podem levar as pessoas a extremos que põem em risco o equlibrio deste Estado que afinal pode ser mais frágil do que pensávamos.

De Subtil de Sousa a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:10
Caro Cidadão, fico deveras satisfeito depois de ler Reactor 4, porque expõe o que me parece evidente, de facto não vivemos numa sociedade democrática, mas sim numa sociedade jornalística, em que os pivots da "informação" é que têm o poder de Governar este país. Não interessa sequer o interesse do país, convém não esquecer, somos todos nós!
O que interessa para estes controladores de "informação" é apresentar o lado, o quanto pior melhor, destruir tudo! Quando chegarem ao poder, que ambicionam e/ou já tiveram, farão provabelmente o mesmo ou pior...
A crise está nos valores! Alguém já se esqueceu o que o PSD fez ao seu crítico Rebelo de Sousa, quando este era incómodo nas opiniões que tinha, pasme-se na TVI. A falta de credibilidade é que os expõe... trocam o preto pelo branco sem razão aparente... porque a "sua" razão é interesseira!
Na sua sapiência o povo, que convém não esquecer, somos todos nós, decide com coerência, apesar das suas incoerências... Até quando exporta uma bolinha de sebo para o parlamento Europeu, sedenta de poder que sabe a curto prazo será trucidador para o seu PSD!
Claro que o PS é a mesma coisa, só com um cheiro suave a Rosas, e aqui é que está o problema, o Povo, que convém relembrar somos mesmo todos nós, não tem alternativa! Daí ao descrédito, à desilusão, à revolta vai um passo muito ténue, que se reflecte claro está na igualdade, na Justiça, quem diria?!
Não esquecer que os interesses dos grandes, são enormes e dos pequenos não existem - considerem assim uma reformulação da lei de Lavoiser.

Abraços Subtil de Sousa
De Katu a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:40
"...o Povo, que convém relembrar somos mesmo todos nós, não tem alternativa!" Diz. Eu digo que nas últimas eleições havia 14 hipóteses para votar. Não temos de votar nos que já fazem parte do Parlamento. Havia alternativa, só que infelizmente este Povo fica em casa ou vai à praia e enquanto houver esta indiferença teremos sempre uma situação destas.
De Pedro a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:37
FINALMENTE!!!
Já estava com medo que não aparecesse ninguém com a cabeça no lugar que conseguisse fazer uma análise do que se passa REALMENTE
depois de ter ontem comentado a palermice ou piada de mau gosto que é o blog "todos pela liberdade" e de não ter sequer obtido resposta já estava a pensar que seria o único a ver o alcance dessa coisa
agora já sei que não estou só
De Amílcar Campos a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:50
Mas que post mais sem sentido. "todos nós já falamos mal da Manuela Moura Guedes (ou também acham que o Miguel Sousa Tavares está ao serviço de José Sócrates), Mário Crespo, do Jornal da TVI etc., a grande diferença é que não fomos ouvidos"?!!
Não.... a grande diferença é que não somos primeiro ministros!! Não deixa de ser curioso o facto de ninguém se importar se os factos são verdadeiros ou não. A preocupação é que foram postos à disposição do público por um processo de "queixinhas". Mas que post mais ridiculo!
De Rigor Absoluto a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:59
Como já obviou-se, a democracia cedeu lugar ao governo jornalístico, corja que goza de uma impunidade por demais escandalosa, camuflada e escudada sob o pretexto/argumento da liberdade de expressão.
Tentar "enfiar" pelos olhos da grande maioria dos tolos da grande maioria destes nossos concidadãos, verdades fabricadas, manipuladas, não ajuda em nada a credibilidade deste nosso cantinho.
E como se não bastasse, sofremos de um mal de descortesia europeia onde um tal de Rangel diz o que diz, uma vez mais impune pela tão conveniente imunidade...
Longe vai o tempo em que a liberdade era um bem sofrido.
Que pena, que saudades...
De João a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:02
Já dizia o zarolho : " o forte rei faz forte a fraca gente e um fraco rei faz fraca a gente forte".
P.S.: Assinei a petição, porque concordo a mesma.

De NUK a 10 de Fevereiro de 2010 às 11:58
Enganam-se. Quem tem o poder não são os jornalistas. São apenas os senhores que gerem os bancos centrais (Reserva Federal, que até é privada. Que giro... o Dólar Americano é criado por privados! Que anedota...). Esses é que "criam" o dinheiro, com o qual os jornalistas, as guerras, os políticos são pagos.
Nunca houve Democracia e nunca haverá enquanto houver dinheiro (que é só o maior catalisador da corrupção e de outros crimes).
De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2010 às 12:24
Acho que já são muitos casos (mesmo que sejam apenas petits affaires) para pensar que com tanto fumo não haverá algures uma chama que arde. Presumo mesmo que por detrás de cada um destes casos não está o Sócrates, mas presumo, está sempre um pequeno pitbull do PS com ânsia de proteger o seu imaculado líder.
De Hugo a 10 de Fevereiro de 2010 às 12:47
Caro Amilcar,
Não poderia estar mais de acordo consigo. Parece realmente que o autor deste post e os de alguns comentários criticam os mensageiros e não se importam com o facto de existirem fortes indícios de comportamentos reprovaveis do nosso primeiro ministro.

Muitos dizem que é na justiça que se resolvem estes casos e não na praça pública (por exemplo o nosso ministro da justiça). Mas qual justiça?! Alguem acredita na eficácia e celeridade da nossa justiça?
De SOUSA a 10 de Fevereiro de 2010 às 14:12
Caro Amilcar
Sugiro que reveja as suas fontes de informação. Onde é que foi buscar os "fortes indícios de comportamentos reprováveis do nosso primeiro ministro"?
Só por que aparecem "noticias" que dizem "parece que" "terá dito" "terá comentado" terá, terá????
Então acha que num País onde não houvesse liberdade de informação isto era possível?
De Hugo a 10 de Fevereiro de 2010 às 14:21
Não, não era possível.

Mas talvez não me tenha explicado bem. O que afirmo é que graças à liberdade de informação que temos os indícios aparecem.

Não afirmo que exista falta de liberdade. Digo é que muitos parecem mais preocupados pelo facto de a liberdade de informação ter permitido o levantar de questões sobre o nosso primeiro ministro e não da gravidade e consequências das mesmas.

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