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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

A novela das presidenciais

Em época de pré-campanha ou para os mais atrasados o anúncio dos candidatos para as presidenciais, as pessoas começam a estranhar o silêncio do partido do governo na apresentação do seu candidato.

O primeiro a apresentar a sua (re)candidatura foi Cavaco Silva, que não vai perder uma oportunidade de poder dissolver o parlamento quando o estado de graça e o encantamento pelo governo começar a desvanecer como é de esperar de um qualquer governo que fique mais do que um mandato no poder. Mesmo que não oficial, já era mais que certo que o actual presidente da república apesar de alguns escândalos e alguma contestação se voltasse a recandidatar. Logo no seu encalço o sempre esperançoso Manuel Alegre. Mesmo com as cicatrizes de várias derrotas não só por perder as presidenciais como por não ter o apoio do seu próprio partido, como retaliação às várias “facadinhas” de Alegre ao PS.

A história adensa-se com a presentação de outros candidatos e o apoio do Bloco a Manuel Alegre, algo que no fundinho ele não gostou muito por ainda esperar pelo apoio do seu partido. O apoio de um partido externo pode afugentar o apoio do sempre por ele adorado PS. O PS mantém o silêncio, não se sabe se por estar a escolher um candidato próprio se por estar a ponderar apoiar Alegre, é que ao fim ao cabo este teve mais votos do que o seu último candidato, o constitucionalista Vital Moreira que apesar do seu porte digno do cargo não foi suficiente populista para captar os votos dos portugueses.

A questão é ou o PS escolhe um nome sonante, uma cara já conhecida do povo e neste sentido já se fala de António Vitorino ou António Guterres ou então resigna-se, engole o orgulho e apoia Manuel Alegre. Na minha modesta opinião, só o fará se nenhum dos outros candidatos aceitar o convite. A acontecer o apoio do PS a Alegre seria “novelissimamente” engraçado se este por despeito rejeitasse o apoio do partido. Seria de rir a cara de tacho dos dirigentes do PS pela e também de Alegre quando voltasse a perder as presidenciais por ter cedido ao orgulho e ter rejeitado o apoio do próprio partido. Quem disse que a politica não era divertida?

publicado por Cldsunshine às 14:52
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