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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Vasco Graça Moura no CCB

Vasco Graça Moura, igual a si próprio, acha que é dono e senhor da língua portuguesa e como é um bom "velho do Restelo" assim que se viu nomeado para o CCB "apaga" o acordo ortográfico da instituição!

Passos Coelho que não sabia de nada como se provou hoje na assembleia, se fosse um politico em condições obrigava Graça Moura a voltar atrás na decisão ou "desnomeava" o senhor do cargo.

Mas como não me parece que Passos Coelho seja um bom político o mais provável é que a coisa fique em águas de bacalhau...

E assim vivemos nós à mercê destes senhores que estão no poder...

 

 

publicado por Bruno C. às 16:01
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7 comentários:
De Nuno Almeida a 3 de Fevereiro de 2012 às 17:47
"Vasco Graça Moura, igual a si próprio, acha que é dono e senhor da língua portuguesa" é uma frase que "sim senhor", dado o que os donos e senhores dos nossos políticos - presentes e passados - quiseram e querem impor à população como "língua moderna e em evolução". Esses ao tomar tal atitude não se acham nada donos e senhores da língua portuguesa, pois claro que não.
De Bruno C. a 3 de Fevereiro de 2012 às 21:55
O senhor deve ser daqueles que ainda escreve pharmacia e prohibido...
De Nuno Almeida a 6 de Fevereiro de 2012 às 18:03
Isso mesmo, o que é preciso são bons e fundamentados argumentos como esse, contrapondo o que eu disse.

Mas se vamos entrar nessa história do "pharmacia":
Querem modernizar a língua acabando com consoantes mudas? Porque mantêm os 'h' mudos no início das palavras?
Querem modernizar a língua escrevendo como se fala? Porque não passa a escrever-se "muinto"?
Querem modernizar a língua tornando-a mais fácil de escrever? Porque é que se mantém o 'x' que se lê de pelo menos 4 maneiras diferentes enquanto o som "ss" pode ser escrito de pelo menos 5 maneiras?
De Bruno C. a 8 de Fevereiro de 2012 às 15:41
O que está em causa é a alteração de 1,6% das palavras utilizadas em Portugal e 0,5% no Brasil. Não é o fim do mundo!
É uma alteração puramente gráfica já que tudo permanece na mesma no que se refere às diferenças orais, gramaticais e de pronúncia das palavras.
O que se pretende com este acordo, que já devia ter sido aplicado no século passado, é evitar uma desagregação da língua portuguesa, tentando manter a mesma base nos quatro cantos do mundo, sem no entanto esquecer as naturais variações entre países.
Todos os seus exemplos de "x" e "ss" são apenas absurdos pois isso iria criar palavras novas e não é o que se pretende.
De Nuno Almeida a 8 de Fevereiro de 2012 às 15:57
«O que se pretende com este acordo (...) é evitar uma desagregação da língua portuguesa, tentando manter a mesma base nos quatro cantos do mundo, sem no entanto esquecer as naturais variações entre países.» - resumindo, é um acordo agregador que não agrega.

«Todos os seus exemplos de "x" e "ss" são apenas absurdos pois isso iria criar palavras novas e não é o que se pretende.» - se o que se pretende não é criar palavras novas "receção" e outras que tais estão a borrar a pintura.
De Bruno C. a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:00
É um acordo que não agrega? Então a aproximação da escrita em todos os países não é uma tentativa de unificação?

Retirar letras não é a mesma coisa do que alterar ou criar palavras. A palavra é a mesma só perde uma letra.
De Nuno Almeida a 9 de Fevereiro de 2012 às 20:13
«A palavra é a mesma só perde uma letra.» - Então não é a mesma palavra, lamento. Porque é que passar a escrever trassa (ou trasa, ou qualquer outra forma convencionada) em vez de traça é menos correcto e válido do que passar de tecto para teto?

O acordo agrega, diz. Por favor diga como é que um acordo que cria escritas diferentes em palavras que antes se escreviam de igual forma é unificador. Diga-me como é que um acordo que diz que as tão afamadas consoantes mudas se "conservam ou eliminam facultativamente" - e enfatizo "facultativamente" - pode ser unificador. O acordo não é unificador, é - como referiu - uma tentativa de unificação. Falhada.

Este acordo ortográfico é um acordo que tenta agregar sem unificar, que se diz modernizador mas não aborda a maioria das questões em que a língua falada evoluiu e poderia ser acompanhada.
Poderia ser algo que realmente modernizasse a língua escrita. Não é. Poderia ser algo que pusesse todos os países de Língua Portuguesa a escrever de forma igual. Não é. Assim sendo não lhe vejo utilidade alguma nem vantagens em adoptá-lo.

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