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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Passei ao lado de uma grande carreira política no CDS

O quê? Temos beneficiado as elites com negócios milionários e obscuros? Nada disso. Os ricos são ricos porque trabalham muito, enquanto os pobres são todos uns preguiçosos que gastam dinheiro em bebida, tabaco e bolas-de-berlim no café. Se Portugal é um dos países mais desiguais é porque merece.

Já sei por que é que este discurso cola. Porque é fácil. Não é preciso ser muito inteligente para se dizer estas coisas, mas a realidade é muito mais complexa e difícil. Mas ninguém quer pensar, ninguém quer refletir. O conceito de meritocracia é muito mais fácil e culturalmente interiorizado do que o conceito de injustiça e reprodução social.

publicado por reflexoes às 11:24
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1 comentário:
De :P a 12 de Setembro de 2013 às 21:20
Uma cracterística da latinidade (*) consiste em manter as classes populares na indigência económica cultural e depois acusar as ditas de ser "naturalmente" indignas e dignas de desprezo e da subalternidade em que vivem. Entre outras coisas dá muito jeito.
(*) Sendo universal (árabes e indianos também são bom exemplo) é comum nas gentes de classes superiores latinas dizê-lo abertamente mas, lembremos o aforismo bíblico - " o pobre até ao amigo aborrece ".

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