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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Não vamos chorar o 11 de setembro, mas todas as vítimas de guerras

Só ontem ao fim do dia ao ver reportagens anormalmente longas sobre o 11 de Setembro é que me lembrei desse fatídico dia para os americanos. No entanto não foi só um fatídico dia para eles. Foi todo o mundo. Não pelas vidas que se perderam (claramente de lamentar), mas principalmente porque temos que levar com essa notícia o dia todo durante vários dias.

Não estou a dizer que não são de lamentar as vidas que se perderam no atentado e o próprio motivo dessa perda. A vida já é tão complicada e complexa e já morre tanta gente por fatores naturais que não controlamos, que criar condições para que se percam ainda mais vidas, é completamente ilógico e irracional. O que quero dizer é que parece que os americanos valem mais do que qualquer outro ser. Se homenageássemos todos aqueles que morreram sob atentados americanos em todos os países em que estes fizeram guerra, não chegavam os dias do ano para tal. Eles mataram muito mais pessoas do que aqueles que morreram no 11 de setembro. Sim, o 11 de setembro foi um atentado hediondo, assim, como todos aqueles atentados que os americanos ou qualquer outro país, fizeram e fazem a qualquer civilização. Não há povos que valem mais do que outros, mas porque somos constantemente bombardeados com tudo o que é americano, somos americanizados até não haver amanhã, já os sentimos como se fossem portugueses. Pois não são. E não são mais vítimas do que aqueles que perderam as suas vidas sob as bombas americanas. A diferença é que para nós, as vitimas dos bombardeamentos dos americanos nas sucessivas guerras (já se sabe que são achacados a essas coisas e que até fazem disso forma de crescimento económico) nos chegam como números. Ninguém vai perguntar à mãe do vietnamita que morreu na guerra ou do iraquiano, como se sente. Decerto que chora o seu filho como qualquer outra mãe. E como tal são pessoas menos importantes aos nossos olhos, mas querem saber uma coisa? Não são. Um vietnamita vale tanto quando um americano.

publicado por reflexoes às 11:27
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