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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014

Praxes!

Nunca me deixo de surpreender com a histeria coletiva que alguns temas suscitam na opinião pública e que fazem eco em todas as plataformas informativas e sociais.

O caso das praxes é um exemplo típico. De um momento para o outro todos somos especialistas na praxe, desde o velhinho que nunca passou do 6º ano até ao senhor que já saiu da faculdade ainda não existiam computadores.

O caso das praxes levantou dois tipos de arguentes, os defensores da praxe, que invadem as redes sociais com histórias de companheirismo, alegria e integração (com fotos e tudo!) e os anti-praxe, que subitamente descobriram este flagelo da nossa sociedade e que, segundo eles é o "mal" da sociedade, uma verdadeira manifestação do demónio na terra.

Ora a verdade está um pouco no meio da coisa, é verdade que a praxe "pode" ser integradora do caloiro no meio académico mas na verdade é mais usada para glorificação pessoal de certos "doutores", que mais não fizeram do que entrar primeiro na faculdade.

A praxe pode ser um bom meio de integração mas não podemos dizer que não assenta no modelo de conformisto e servilismo do "caloiro" em relação ao "doutor".

Mas todos podem ser "anti-praxe". Dizem uns.

Sim, ou és pela praxe ou és contra a praxe, não existe meio termo. É esta a essência da praxe. Como o próprio lema diz "Dura Praxis, Sed Praxis". A praxe tem que ser difícil.

E com este manto de impunidade deixamos que um monte de anormais "mandem" nas praxes, humilhem e aleijem sem que ninguém diga nada. É claro que existem pessoas nas praxes que realmente sentem o espírito académico de ajuda aos mais novos e que não humilham nem denigrem ou outros mas dizer que são a maioria é ser ingénuo.

Para ser amigo e companheiro não é preciso a praxe para nada apenas boa educação...

 

Já agora, a praxe que é feita aos não "caloiros" é para quê? Integrar? TRETAS...

publicado por Bruno C. às 18:41
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