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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015

É claro temos défice

Devia ser claro que um défice por si só não é uma coisa má, nem boa já agora, tudo depende do que estamos a fazer para gerar esse défice. Se o défice for criado para investir e modernizar, se nos vai garantir mais dividendo no futuro esse défice não deve ser um problema. Mas se o défice se torna numa meta a não atingir aí começam os nossos problemas, como a doutrina da austeridade já comprovou vezes sem conta em praticamente todos os países onde foi aplicada. O défice é uma consequencia das politicas económicas e não um objetivo dessas políticas. Se for o objetivo inevitavelmente teremos que vender todo o que conseguirmos para ter dinheiro a curto prazo, hipotecando assim o futuro.

E já agora Portugal sempre teve défice e isso nunca impediu os empresários de investir cá no país!

A ideia que um Estado não pode investir, criar e desenvolver. É o mesmo que dizer que o Estado não tem futuro e não vale apostar. Não podemos continuar a tratar o nosso país como se fosse uma empresa que deu prejuízo e por isso abriu falência e está a vender todos os seus bens.

O grande problema de Portugal não tem nada relacionado com falta de dinheiro, o problema é que Portugal tem muitos chicos-esperto que estão a aproveitar a ideia da austeridade para ganhar rios de dinheiro com o exército de precários que estão a conseguir criar com o constante ataque ao trabalhador e aos seus direitos, e com a venda ao desbarato de todos os recursos lucrativos do Estado.

 

publicado por Bruno C. às 21:14
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

E ainda as eleições de 2015

menos austeriade.png

 

As eleições chegaram e foram mas no entanto continuamos a debater e a ficar muito escandalizados com o que em qualquer lado podia ser descrito como "democracia". No entanto cá em Portugal e no tempo em que vivemos é "anormal" o debate política e os entendimentos pós-eleitorais.

Mas é claro que acordos pós-eleitorais eram possíveis desde que fosse o PS e acordar com a política da extrema-direita, agora o PS conseguir um acordo com a esquerda calma que isso deve ser ilegal se não mesmo pecado.

É com grande perplexidade que leio e ouço opiniões, que só posso catalogar como absurdas, sobre a falta de ética e falta de legitimidade política deste possível acordo à esquerda.

Pois, para mim, a realidade é muito simples. Nestas eleições os dois partidos da direita obtiveram 38,56% dos votos (89 deputados para o PSD e 18 para o CDS, assim separados pois no parlamento serão duas bancadas políticas e não apenas uma) o PS conseguiu 32,31% e 86 deputados.

Será então normal que o PS seja obrigado a viabilizar um governo a dois partidos que conseguiram apenas mais 6,25% dos votos? Principalmente quando o PS conseguiu um entendimento com o BE e a CDU que lhe permite assegurar uma maioria no parlamento.

Como democrata não me parece lógico que um partido seja "obrigado" em nome da "estabilidade" entregar o poder só porque é "tradição". Já que se vamos falar de tradição então Portugal devia ser um país Monárquico...

publicado por Bruno C. às 23:43
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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

Mário Soares

Declaração de guerra civil diretamente da aula magna!

Foi este o que eu consegui perceber da intervenção do ex-presidente Mário Soares. É bom que o PM e o Presidente estejam preparados pois qualquer dia o exército (certamente terá um escondido na serra do gerês) do ex-presidente toma de assalto a assembleia...

publicado por Bruno C. às 23:25
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Eleições Presidenciais

Era bom que a esquerda se apercebesse que a direita só tem um candidato, o Messias do rigor e perfeição, e que todos os seus militantes vão votar nele. Era bom que a esquerda metesse a viola no saco e por uma vez se unisse em torno de uma candidatura credível. Neste momento, quer gostem ou não Manuel Alegre é o único que pode forçar uma derrota a Cavaco e que as candidaturas de Defensor Moura, Fernando Nobre e Francisco Lopes apenas servem para dispersar votos e dividir eleitorado.

É preciso uma forte mobilização e dinâmica de vitória. É pena que mais uma vez a esquerda vai passar ao lado de uma eleição

publicado por Bruno C. às 14:37
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