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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

E ainda as eleições de 2015

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As eleições chegaram e foram mas no entanto continuamos a debater e a ficar muito escandalizados com o que em qualquer lado podia ser descrito como "democracia". No entanto cá em Portugal e no tempo em que vivemos é "anormal" o debate política e os entendimentos pós-eleitorais.

Mas é claro que acordos pós-eleitorais eram possíveis desde que fosse o PS e acordar com a política da extrema-direita, agora o PS conseguir um acordo com a esquerda calma que isso deve ser ilegal se não mesmo pecado.

É com grande perplexidade que leio e ouço opiniões, que só posso catalogar como absurdas, sobre a falta de ética e falta de legitimidade política deste possível acordo à esquerda.

Pois, para mim, a realidade é muito simples. Nestas eleições os dois partidos da direita obtiveram 38,56% dos votos (89 deputados para o PSD e 18 para o CDS, assim separados pois no parlamento serão duas bancadas políticas e não apenas uma) o PS conseguiu 32,31% e 86 deputados.

Será então normal que o PS seja obrigado a viabilizar um governo a dois partidos que conseguiram apenas mais 6,25% dos votos? Principalmente quando o PS conseguiu um entendimento com o BE e a CDU que lhe permite assegurar uma maioria no parlamento.

Como democrata não me parece lógico que um partido seja "obrigado" em nome da "estabilidade" entregar o poder só porque é "tradição". Já que se vamos falar de tradição então Portugal devia ser um país Monárquico...

publicado por Bruno C. às 23:43
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Domingo, 22 de Setembro de 2013

Rui Machete

Pelos vistos o Rui Machete teve uma "incorrecção factual”.

Gosto que os membros deste governo nunca mintam, apenas apresentam "incorrecções factuais" ao longo da sua vida...

publicado por Bruno C. às 09:17
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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

O pesadelo em que se tornou o sonho

"Um presidente, uma maioria" sempre foi o sonho da direita. O sonho, se é que alguma vez foi sonho, acabou por se tornar num pesadelo ao fim de 2 anos.

publicado por Bruno C. às 11:41
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

O RSI deste governo

O ministro da caridadezinha e da mão estendida, Pedro Mota Soares, anunciou as propostas de alterações às prestações sociais. Uma reforma que se destina a combater a fraude e a promover uma distribuição mais justa entre os beneficiários.

Não me deixa de arrepiar quando ouço falar em “poupança”, como fez o ministro, quando se fala em ajuda aos mais desfavorecidos. Pelos vistos estas medidas vão “poupar” 70 milhões de euros nas contas do RSI. O governo, com o seu cunho paternalista quer acabar com o RSI, mas como ainda vivemos numa democracia, isso não pode ser feito de um dia para o outro sem levantar muitos protestos por isso começou a campanha para o enterro do RSI. E o fim será em pequenos passos.

Primeiro – Desumanização, falar sempre do RSI como se fosse uma coisa má usada por seres maus. Sim, porque quando se fala do RSI parece que quem recebe o RSI não são pessoas.

Segundo – Estigmatizar, lançar ideias injuriosas sobre a medida e sobre quem a recebe. Se recebem devem contribuir para a sociedade (sociedade que neste caso é boa, claro!). E por contribuir querem dizer trabalho escravo, que é disso que se trata quando obrigamos pessoas a trabalhar sem receber o justo pelo seu trabalho. Para receber também não podem ter património superior a 25 mil euros como por exemplo: casa! (vende a casa para comer e vai morar para debaixo da ponte), carro, barcos ou aviões!!! Dando a ideia que isto acontece imenso no RSI.

Como é possível que uma pessoa com 25 mil euros se sujeite a ver a sua vida toda analisada só para receber 100 ou 200 euros? Mas isto cabe na cabeça de alguém?

Terceiro – Dificultar, com as novas regras a verdade é que muitas das pessoas não vão conseguir acesso ao RSI, não porque não precisem mas porque a burocracia as irá afastar. Estas novas regras, apesar de serem anunciadas como novidade não mudam muito, já que o RSI já era um contrato, já pressupunha procura ativa de emprego e formação. Mas a novidade da renovação estar dependente da apresentação de um pedido por parte dos respetivos titulares anualmente implica que deixa de ser o estado a verificar a situação para serem as pessoas a terem que tratar de toda a papelada todos os anos. Permitindo assim excluir administrativamente muitas pessoas.

Não deixa de ser triste que pará “poupar” 70 milhões de euros a sociedade esteja pronta a baixar o nível de dignidade das pessoas. É triste que a direita ataque os mais pobres para distrair o resto da população, e a o resto das pessoas vá atrás como carneiros, sem ver os milhões que os amigos de Passos Coelho meteram ao bolso nestes curtos meses de governo.

Ps: O Governo também enviou alterações legislativas relativas ao subsídio de doença, subsídio de maternidade, entre outros (é claro que vão todos baixar). Mas isso não interessa nada…

publicado por Bruno C. às 14:31
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Sábado, 18 de Junho de 2011

O novo Governo

Uma advogada na agricultura, um gestor na saúde, um advogado na segurança social e um ministro dos negócios estrangeiros, pois...

 

Vamos ver com isto corre...

publicado por Bruno C. às 20:37
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Terça-feira, 7 de Junho de 2011

Eleições 2011 - Rescaldo

A direita tomou o poder em Portugal, um presidente e um governo com maioria.

A esquerda foi vítima da sua própria guerrilha a perdeu em grande. Mais uma vez foi possível constatar que as alianças de poder funcionam melhor que as constantes divisões e isolamento entre os partidos.

Sem oferecer uma aliança ou alternativa de poder o BE foi vítima da sua própria atitude e perdeu metade da bancada. Ainda não é um partido do “Táxi” mas já é o partido da “Hiace”.

José Sócrates sai de cena para daqui a 4 anos voltar a ser primeiro-ministro.

publicado por Bruno C. às 10:27
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