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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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HÁ ALGO DE PODRE NO REINO DA DINAMARCA

09.11.09 | Bruno C.

Com a frase "Temos liberdade de opinião na Dinamarca" o porta-voz das forças armadas da Dinamarca consegue, com a maior das levezas, acabar com uma situação que deveria encher de vergonha toda a casa real dinamarquesa.

Todas as pessoas merecem o nosso respeito, mas não as suas ideias. Ideias abjectas podem vir de qualquer pessoa e contra as ideias podemos e devemos insurgir-nos.

Como é possível invocar o direito de liberdade de expressão, sem questionar as suas ideias, uma pessoa que não acredita nos direitos humanos? Que tem como ídolo uma pessoa que cometeu monstruosidades contra a humanidade?

 

O casamento homossexual

09.11.09 | Bruno C.

A direita conservadora nunca está satisfeita quando perde! Apesar de nas últimas eleições vários partidos apresentarem nos seus programas de governo a proposta do casamento homossexual, muitos movimentos e personalidades se mobilização para forçar um referendo que à luz da composição da assembleia não faz qualquer sentido.

Espero que a incessante procura da direita conservadora em manter tudo na mesma, através de debates intoxicantes da opinião pública, não ganhe mais uma vez.

NY Yankees World Series Champions

05.11.09 | Bruno C.

 

Nove anos sem um título pode não parecer muito mas para os Yankees é uma eternidade! Numa quarta-feira fria no Bronx os Yankees puderam festejar novamente um título que lhes fugia desde o ano 2000.

 

2009 • 2000 • 1999 • 1998 1996 • 1978 • 1977 • 1962 1961 • 1958 • 1956 • 1953 1952 • 1951 • 1950 • 1949 1947 • 1943 • 1941 • 1939 1938 • 1937 • 1936 • 1932 1928 • 1927 • 1923

Liberalização das drogas

05.11.09 | Bruno C.

É certo que o problema das drogas está longe de estar resolvido. Vão sempre existir pessoas que vão cair na dependência e nem a melhor lei vai curar isso. No entanto a linha proibicionista que ainda reina na maior parte do mundo não só não resolve como acrescenta dificuldades a este problema.

Logo à cabeça temos o paradigma económico que é investir milhões de euros por ano na repressão que faz com que o preço da droga suba ainda mais e assim beneficia os traficantes. A corrente que defende que com a liberalização observaríamos um aumentar exponencialdos viciados não se verificou em Portugal. E não se verificou porque existe uma grande diferença entre permitir e obrigar (diferença que os partidos mais conservadores ainda não perceberam).

A verdade é que por mais abundante que seja a droga, será sempre uma minoria da população que terá problemas sérios de dependência. E a legalização não implica necessariamente uma explosão apocalíptica no número de viciados, como muitos “Velhos do Restelo” gostam de inundar a opinião pública.

Mas o principal problema desta lei é que ela deveria ser mais ampla, que abranja todas as drogas e não apenas as preferidas pela classe média influente. Assim a heroína e a cocaína vão continuar a crescer e a reinar. É necessário ainda que as substâncias sejam efectivamente legalizadas e não apenas toleradas.

Taxas sobre pagamentos electrónicos

03.11.09 | Bruno C.

Por vezes na vida portuguesa aparece uma notícia que toma proporções totalmente mítico-idiótica. A "nova" taxa sobre os pagamentos por multibanco é uma dessas notícias.

Primeiro porque a taxa já existia, sim, essa taxa já existe e os comerciantes já a incluem nos preços dos produtos. A única diferença é que agora vão ter que anunciar a dita taxa, podendo dizer se a aplicam ou não, aplicam no produto final, porque todos eles já a pagam, e iram continuar a pagar à Banca. Tal como pagam a luz, a água e o aluguer das máquinas de multibanco. Esta nova lei não vai encarecer os produtos, como muitos, erradamente andam a dizer, quanto muito pode fazer descer os preços para as pessoas que optarem por pagar em dinheiro.

Esta taxa não deixa de ser uma grande mina de ouro para a Banca, que apesar de não fazer nada ainda vai amealhando uns cêntimos por cada compra. Acrescendo que alguns bancos já começarem a taxar os pagamentos por internet. Os bancos não só deixaram de pagar a funcionários que anteriormente tratavam, ao balcão, de todas as transferências e pagamentos como agora cobram pelo serviço! Uma verdadeira "mina de ouro" que a Banca arranjou.