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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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Papa e os preservativos

18.03.09 | Bruno C.

O Papa Bento XVI continua convicto que dar preservativos não é uma resposta adequada para se ajudar a África a combater a sida. Chega mesmo a dizer que pelo contrário, isso só irá complicar a situação.

E com este argumento fiquei baralhado. É claro que compreendo que na sua visão medieval, dar preservativos é o mesmo que incitar ao sexo logo, mais sexo, mais risco de contaminação. É claro que a sua solução é a abstinência total e completa.

Eu, mas pode ser defeito meu, continuo sem perceber como é que a espécie se iria perpetuar sem sexo mas, é claro, que parvoíce minha, podemos ter sexo dentro do casamento. E todos sabemos que a SIDA não se propaga na santidade do amor conjugal.

O que ainda me escapa é como é que a distribuição de preservativos piora a coisa. É que pensando bem, se dar "borrachinhas" incita ao sexo (tese perfeitamente plausível) essas pessoas olham para o preservativo pensam em ter sexo e depois fazem o "amor" sem o dito preservativo?

É impressão minha ou existe aqui uma grande falha na lógica da coisa?

Será que alguém me pode esclarecer?

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