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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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Ruth Marlene Playboy

04.01.10 | Bruno C.

 

Vivemos num tempo em que as tecnologias estão presentes em todas as dimensões da nossa vida. Podemos criar tido o que a nossa mente imaginar. Logo a seguir ao copy paste a melhor criação foi o Photoshop. Podemos apreciar o melhor deste programa em qualquer revista de mulheres semi-vestidas. É fantástico como se consegue tirar borbulhas, sinais, celulite, estrias, alisar a pele, dar brilhos, aumentar o peito, estreitar a cintura. Se quisermos ver o expoente máximo das potencialidades deste programa basta ver a playboy deste mês para ver como conseguem pegar numa pessoa e torna-la noutra completamente diferente. Alguém olha para a capa e vê a Ruth Marlene? É impossível. Duvido que tenha havido uma única alma que tenha olhado para a capa da revista e sem ler a legenda tenha visto em qualquer uma das moçoilas a Ruth Marlene.

Uma explicação pode ser a revista estar tão mal de finanças que tenha pago à Rute para usar o seu nome e outra moçoila qualquer ter posado para a revista. É que nem é daquelas imagens em que tem a cabeça da pessoa e um corpo qualquer todo jeitoso. Nem a cara parece a dela. Outra explicação é a Rute ter feito não só uma operação não só ao nariz e ao peito, como à cara e ao corpo todo. Quem é que quer publicidade à sua pessoa, mas que publicita uma imagem que não é a sua?

Qual é o problema com a escolha das modelos das capas da revista? Tirando duas ou três capas boas, as restantes têm sido uma desgraça. Para fazer uma crítica construtiva vou propor uma lista de nomes para a capa da playboy.

Maia Both, Benedita Pereira, Mariana Monteiro, Carolina Patrocínio, Mariana Ferreira, Merche Romero, Luciana Abreu, Orsi Feher, Ana Ferreira, Sara Santos, Mafalda Teixeira, Cláudia Vieira, Marta Leite, Diana Chaves, Jessica Athayde, Cláudia Semedo, Vanessa Palma, Andreia Rodrigues, Vanessa Oliveira, entre muitas outras. Acho que subestimam o gosto de todas as pessoas que gostam desse género de revistas e dos homens em específico. Existe um ideal de beleza cinta fina, peito grande, pele perfeita e aquelas que não se encaixam nesse modelo, o Photoshop faz o que Deus não fez. Claro que no fim saem todas iguais, sai algo artificial mais parecido com uma boneca de plástico ou um boneco manga. Uma mulher com o peito pequeno e uma cinta menos pronunciada também pode ser bonita e sexy.

Acho que se subestima o gosto dos homens. Quando temos uma mulher na playboy, queremos ver essa mesma mulher nua independentemente de ser o ideal de beleza ou não. Não queremos uma imagem criada de como os editores acham que essa pessoa ficaria melhor. Ao que parece para os editores da revista só esse modelo de beleza pode estar presente na revista. Tudo o que sair fora desse molde é corrigido até ficar “perfeito”. Não acho que as fotos não devam ser retocadas, mas a beleza natural deve estar lá. Para ver bonecos, vejo manga. As revistas deveriam ter mulheres reais. O Photoshop é bom, mas às vezes mais é menos. Proponho à revista usar menos o programa, deixando as fotos mais naturais e apostar em fotos mais sexys. Qualquer calendário de oficina tem mulheres em poses mais sexys que a playboy.

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