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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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Arsenal 5-0 FC Porto

09.03.10 | Bruno C.

 

Para falarmos deste jogo temos que falar de uma doença conhecida pelo Síndrome de Costa, condição esta que foi descoberta na época de 1996/97, e que o primeiro doente foi António Oliveira.

Nessa época António Oliveira tinha uma equipa tipo em que pontificavam jogadores como Jardel, Barroso, Edmilson, Jorge Costa, Aloísio, Fernando Mendes, Drulovic, Paulinho Santos, Zahovic e Sérgio Conceição.

Mas num belo fim de tarde em Manchester resolveu colocar a titular um jogador completamente desconhecido até então. O seu nome: Costa.

Como que de um momento de génio se rasgassem todos os livros sobre o futebol e um jogador que não servia para o campeonato nacional resolvesse o duelo europeu. O jogo ficou 4-0 e Costa foi substituído ainda na 1ª parte.

Mais de uma década depois, Jesualdo padece desta doença terrível.

No jogo mais importante de época (com o campeonato já perdido e com uma vitória tangencial em casa) resolve inventar a teoria do futebol e lança Nuno André Coelho, um defesa central que só tinha jogado nas Taças nacionais, a titular contra o Arsenal e a jogar a médio!

É realmente uma doença terrível esta, que faz com que os treinadores achem normal colocar a titular um jogador que não serve normalmente para jogar, mas que num jogo tão crucial como este irá fazer um brilharete!

E como a história tem a hilariante capacidade de se repetir, muitas vezes para pior, esta nova inovação acabou mais uma vez com a derrota do FC Porto, desta vez com um  5-0.

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