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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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Arianos I (No tempo da Atlântida)

17.12.06 | Bruno C.
Mas afinal de onde vem o mito dos arianos? Tudo começa no mito da Atlântida que sobreviveu na mitologia fabulosa dos povos da Europa do Norte. A civilização da Atlântida aproximava-se de uma perfeição social e tecnológica, onde a ciência, a educação e as artes eram alimentadas com grande cuidado e integridade. A era Atlante passou por sete épocas, nas quais se desenvolveram em secessão sete sub-raças da Atlântida chamavam-se rmoahals, tlavatli, toltecas, turanianos, arianos, acadianos e mongóis.
Os lideres das sub-raças da Atlântida tinham qualidades mentais e espirituais de uma forma sobre-humana e apareciam aos seus contemporâneos como super-homens. E eram grandemente venerados por todos os mortais inferiores, que aceitavam com gratidão a sua liderança e obedeciam às suas ordens sem as questionar.
Estes super-homens instruíam as pessoas sobre ciência, artes, lei e religião, e ensinavam-lhes as técnicas da criação de ferramentas e a prática de ofícios.
Estes super-homens, nos seus oráculos, seleccionavam alunos especiais que eram isolados em centros de formação afim de formar novas raças. Um controlo do nascimento de sub-raças que contrastavam com outro tipo de mutações que ocorriam na natureza (seres grotescos e monstros da nossa mitologia).
No povo Atlante a passagem de sabedoria era feita pela memória. A identidade racial era basicamente uma faceta da memória comunitária. A evolução levou a uma “memória de sangue”, agora a memória era passada de geração em geração. Desenvolveu-se o culto dos antepassados, como muitos milénios mais tarde aconteceu na China.

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