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Reactor 4

esquerda snowflake, lobo marxista easylado@sapo.pt

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Arianos II (Quando aparecem os Arianos)

18.12.06 | Bruno C.
No entanto, foi precisamente este poder de memória que trouxe consigo um forte e desastroso culto de personalidade, no qual a ambição pessoal era levada ao extremo. Quanto maior era o poder pessoal do governante mais este desejava explorá-lo. Foi o abuso egoísta dos ensinamentos dos Oráculos, do qual tiveram origem os cultos sagrados da fertilidade, que desencadeou as perturbações mais terríveis. Rituais de magia negra, envolvendo a perversão dos poderes de reprodução humana, libertaram forças poderosas e sinistras que levaram à destruição do continente.
Neste ponto critico da história foi fundada uma nova raça, a raça superior de atlântida, destinada a proteger da extinção a essência espiritual do homem e a garantir o legitimo progresso da humanidade. Mas esta nova raça, a raça Ariana, foi uma espécie de salto no processo da evolução humana. Sob o símbolo da roda do sol ou suástica de quatro braços, os novos iniciados assumiram a liderança da raça e tornaram-se os mediadores entre as massas do povo e os poderes superiores invisíveis.
Os povos arianos foram conduzidos para fora da Atlântida. A migração levou-os através da Europa e da Ásia até à área do deserto do gobi, e daí até às alturas dos Himalaias, no Tibete. Aí, no cimo do mundo, foi fundado um Oráculo do Sol destinado a organizar e dirigir as sete civilizações da era pós-atlante. Os iniciados reencarnaram como lideres de muitos povos, que sobreviveram ao dilúvio, e se instalaram em todas as partes da Europa, da Ásia e da América. A grande maioria dos povos arianos de melhor casta instalou-se na Índia.

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