Quer participar neste blog, tem alguma ideia ou sugestão para dar? easylado@sapo.pt

.Posts mais comentados

.posts recentes

. As Escutas de Sócrates

. Rui Pedro Soares vs José ...

. As escutas do "SOL"

. Ainda o caso “Face Oculta...

. Escutas a Sócrates

. As escutas em Portugal

. O caso das escutas

. Pacheco Pereira exige esc...

. Declaração do Presidente ...

. Trapalhadas em Belém

Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

As Escutas de Sócrates

Noronha de Nascimento já notificou Carlos Alexandre da decisão para destruir as escutas que envolvem Sócrates.

 

Mas isto já não tinha sido resolvido? É assim tão difícil destruir umas escutas?

Por este andar o próximo super-herói da Marvel terá um esqueleto revestido a "escutas do Sócrates", depois do adamantium, a coisa mais indestrutível do mundo.

publicado por Bruno C. às 17:38
link do post | comentar | favorito
Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Rui Pedro Soares vs José Eduardo Moniz

Rui Pedro Soares (ex-administrador executivo da PT) garantiu que a decisão de acabar com o Jornal de Sexta da TVI, de Manuela Moura Guedes, já estava tomada antes da PT negociar com a espanhola Prisa a entrada na Media Capital. Mas José Eduardo Moniz já veio dizer que "É mentira de uma ponta à outra".

No entanto mais à frente Moniz brinda-nos com uma pérola: "…essa questão foi-me colocada muitas vezes, mas a Prisa sabia que isso comigo nunca aconteceria" e mais “…acreditei que o sururu da minha saída traria bom senso àquelas cabeças e inibiria a suspensão do Jornal de Sexta".

Então fico sem saber bem qual é a verdade, se a ideia de acabar com o Jornal Nacional já andava a ser cogitada à muito tempo e apenas a presença de Moniz estaria a impedir isso, porque é que José Eduardo Moniz saiu da TVI para a Ongoing Media? E o sururu da sua saída foi propositado, de forma a exercer pressão para manter a sua mulher no Jornal Nacional? Não será natural que uma decisão já pensada não iria em frente depois do único obstáculo desaparecer? Obstáculo, gravemente comprometido ou não fosse marido da jornalista em causa.

É caso para dizer que quanto mais se fala deste caso menos pernas ele tem para andar.

publicado por Bruno C. às 14:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

As escutas do "SOL"

O jornal "SOL" vai mais uma vez desrespeitar a lei. Primeiro divulgou escutas ilegalmente, agora mesmo com uma providencia cautelar para não o fazer, vai deliberadamente quebrar a lei. Hoje, Portugal inteiro assistiu à palhaçada que foi a tentativa dos oficiais de justiça entregarem a providência cautelar aos directores do jornal "SOL". Recusando a entrada dos oficiais nas instalações os directores "evitaram" a providência. Mas a cara-de-pau não conhece limites? Esses senhores acham que estão acima da lei?

Atingimos um ponto em que vale tudo para quebrar a lei, em que a perspectiva de lucro nas vendas se sobrepõem à legalidade.

E ainda temos que levar com a Manuela Moura Guedes a falar na televisão sobre censura, como se ela fosse um modelo de isenção e profissionalismo?

Desde quando é que proibir um jornal cometer uma ilegalidade é passível de ser considerado censura? Será que o ódio a Sócrates tolda a visão de tal maneira que tudo passa a ser permitido só para o enxovalhar em praça publica?

Falar mal de José Sócrates passou a ser valor maior da nossa democracia, qualquer notícia vale, qualquer insulto é possível e quem disser que isto não pode continuar é logo acusado de estar a promover a censura em Portugal.

É preciso parar para pensar, é preciso avaliar bem o rumo que estamos a tomar e tentar compreender se estamos a promover a liberdade de expressão ou a patrocinar um linchamento publico do Primeiro-Ministro orquestrado pelos seus inimigos.

publicado por Bruno C. às 21:30
link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Ainda o caso “Face Oculta”

È verdade que as escutas envolvendo o Primeiro-Ministro produziram uma inquietação nos magistrados de Aveiro, dúvidas os inquietações que não foram atendidas pelo Procurador e pelo Presidente do Supremo. É bom lembrar que a interpretação díspar do mesmo facto é um dos pontos bases do nosso sistema jurídico. Se assim não fosse não existiria lugar para recursos (recursos que muitas vezes alteram a primeira decisão).

Por outro lado, como ninguém sabe o conteúdo das escutas, não sabemos que motivos levaram os magistrados de Aveiro a encaminharem o processo. Podem ter sido motivos graves ou apenas dúvidas pelo nome das pessoas envolvidas.

Não sabemos o conteúdo, mas sabemos que foi uma conversa privada. E também sabemos que se nenhum magistrado achou que o conteúdo era grave o suficiente para iniciar uma investigação criminal, logo, não deveríamos inverter o ónus da prova e exigir que o Primeiro-Ministro prove que é inocente.

Aqueles que preferem ouvir as escutas para depois tirarem as próprias conclusões mostram que não reconhecem qualquer autoridade à Justiça e acoberto da opinião pública querem tomar a justiça nas próprias mãos.

O argumento “quem não deve não teme” não deveria ser maior que o direito à privacidade e bom nome.

publicado por Bruno C. às 20:28
link do post | comentar | favorito
Domingo, 22 de Novembro de 2009

Escutas a Sócrates

Mais uma vez a montanha de acusações não deu nada! Mais uma vez a opinião pública devassou o Primeiro-Ministro com acusações, insinuações que se provaram injustificadas.

Muitas notícias com bases em fugas de informação, projecções de cenários e realidades alternativas que agora se vê que nunca deveriam ter sido feitas.

 

"... não existem elementos probatórios que justifiquem a instauração de procedimento criminal contra o senhor primeiro-ministro..."

publicado por Bruno C. às 10:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

As escutas em Portugal

O clima de suspeição em Portugal está a atingir proporções absurdas e está a minar a própria democracia. As constantes insinuações que são produzidas contra Sócrates apenas servem os interesses dos "media" que assim vão vendendo mais jornais e obtêm mais audiências televisivas. Já existe uma industria sobre suspeições em Portugal.

Desde as constantes fugas de informação confidenciais que nunca são esclarecidas e que constantemente chegam aos jornais sem que existam culpados, como depois essas "meias verdades" são utilizadas para lançar suspeições "cirúrgicas"

O problema é que as pessoas visadas não se podem defender devido ao segredo de justiça, ficando à mercê de todas as insinuações que venham a publico.

E é bom não esquecer que esta prática já passou pela Presidência da Republica, caso que nunca foi devidamente esclarecido e que nunca teve um culpado ou autor da "fuga de informação".

publicado por Bruno C. às 16:19
link do post | comentar | favorito

.links

.tags

. todas as tags

.pesquisar

 

.participar

. participe neste blog

.mais sobre mim

.arquivos